A vítima tinha 73 anos e teria subido ao anexo onde estava um animal para arranjar o telhado. O óbito foi declarado no hospital, depois de o homem ter sido transportado em estado grave.
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Um homem de 73 anos morreu depois de cair de um telhado na Ortigosa, concelho de Leiria, na quinta-feira à tarde, revelaram, nesta sexta-feira, à agência Lusa várias fontes.
Segundo fonte do Comando Territorial de Leiria da Guarda Nacional Republicana, a vítima foi transportada para o Hospital de Santo André, em Leiria, em estado grave e em paragem cardiorrespiratória. Já na unidade hospitalar foi confirmado o óbito.
O presidente da Junta de Freguesia da Ortigosa, Américo Coelho, explicou que o homem "subiu a um anexo onde estava um animal, para arranjar o telhado". "Veio vento forte, que levantou um painel. Atingiu-o na cabeça", adiantou o autarca.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afectadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de Janeiro e 1 de Fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 8 para 68 concelhos, voltando a ser prolongada até 15 de Fevereiro.
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Segundo fonte do Comando Territorial de Leiria da Guarda Nacional Republicana, a vítima foi transportada para o Hospital de Santo André, em Leiria, em estado grave e em paragem cardiorrespiratória. Já na unidade hospitalar foi confirmado o óbito.
O presidente da Junta de Freguesia da Ortigosa, Américo Coelho, explicou que o homem "subiu a um anexo onde estava um animal, para arranjar o telhado". "Veio vento forte, que levantou um painel. Atingiu-o na cabeça", adiantou o autarca.
Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afectadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de Janeiro e 1 de Fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 8 para 68 concelhos, voltando a ser prolongada até 15 de Fevereiro.