Rui Lage: “A ciência aponta para a nossa insignificância cósmica — e a das palavras”

Rui Lage: “A ciência aponta para a nossa insignificância cósmica — e a das palavras”
Uma antologia pessoal, Física Espiritual, e outra sobre o mundo rural, Adeus, Campos Felizes, mostram-nos um poeta entre a finitude humana e a infinitude cósmica.

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Nunca quis ser diferente, mas a verdade é que tem construído um dos mais singulares percursos da literatura portuguesa. É um poeta atento ao mundo rural e às vastidões do universo, um prosador com incursões no romance, mas também no ensaio de várias vertentes. Publica a sua poesia desde o início do século, mas não se cansa de divulgar a dos outros, de todos os séculos, em várias antologias. E faz tudo isto sem deixar de lado a causa pública, com passagens pelo poder local, parlamentar e, agora, europeu. Um perfil múltiplo que há muito não se via nas letras portuguesas, mais próximo de outras gerações do que da sua, unido pela vontade de conhecimento e de partilha, de destapar o que está camuflado e de encontrar novas formas de expressão.

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