Campanha foi engolida pela intempérie que se impôs como tema único. Entre desejos de “adiamento” de Ventura e o “pesadelo” de Seguro com a abstenção, dramatização aperta na recta final.
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Há 40 anos que Portugal nĂŁo tinha uma segunda volta de eleições presidenciais. O peso histĂłrico do momento polĂtico antecipava uma campanha frenĂ©tica, apostada em fortes mobilizações, confronto de ideias para o futuro do paĂs e em convencer o eleitorado. Podia ter sido assim, nĂŁo fosse a tempestade Kristin ter roubado os holofotes, obrigado a mudanças de percurso e de narrativa dos candidatos, fazendo da intempĂ©rie tema dominante. Em paralelo, o debate sobre a “neutralidade” de LuĂs Montenegro e dos seus ministros – que tanta tinta fez correr nos dias seguintes Ă primeira volta – desapareceu da agenda.
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Há 40 anos que Portugal nĂŁo tinha uma segunda volta de eleições presidenciais. O peso histĂłrico do momento polĂtico antecipava uma campanha frenĂ©tica, apostada em fortes mobilizações, confronto de ideias para o futuro do paĂs e em convencer o eleitorado. Podia ter sido assim, nĂŁo fosse a tempestade Kristin ter roubado os holofotes, obrigado a mudanças de percurso e de narrativa dos candidatos, fazendo da intempĂ©rie tema dominante. Em paralelo, o debate sobre a “neutralidade” de LuĂs Montenegro e dos seus ministros – que tanta tinta fez correr nos dias seguintes Ă primeira volta – desapareceu da agenda.