O ataque aconteceu durante a oração colectiva de sexta-feira numa mesquita xiita de Islamabad, a capital. Ainda não se conhece ao certo a causa da explosão.
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Pelo menos 31 pessoas morreram e várias dezenas ficaram feridas depois de uma explosão numa mesquita xiita em Islamabad, a capital do Paquistão, de acordo com fontes do Governo.
A forte explosão sacudiu a mesquita de Khadija Tul Kubra onde decorriam as orações colectivas das sextas-feiras, indicaram as autoridades, que deslocaram meios de emergência para o local.
De acordo com as imagens que chegam do local, há vários corpos no interior da mesquita, rodeados de pedaços de vidro, destroços e pessoas em pânico. Na parte de fora do edifício, estavam concentradas várias outras pessoas, que, num primeiro momento, pediram ajuda; depois, ajudaram a retirar os feridos do interior.
De acordo com dois agentes no local, que falaram sob anonimato por não terem autorização para falar com os meios de comunicação, é possível que se trate de um ataque, visto que uma pessoa, o presumível atacante, chegou a ser parada no portão da mesquita antes de detonar uma bomba, refere a Reuters. Oficialmente, ainda não se conhece a causa da explosão.
Os bombardeamentos não são comuns na capital do Paquistão, altamente militarizada. A explosão ainda não foi reivindicada como atentado, mas acontecimentos semelhantes foram responsabilidade de grupos extremistas como os talibãs do Paquistão ou o Estado Islâmico, que costumam atacar muçulmanos xiitas — minoria religiosa no país de 241 milhões de habitantes — e forças de segurança.
O ministro do Interior paquistanês, Mohsin Naqvi, condenou o que chamou um ataque e pediu às autoridades para garantirem os melhores cuidados possíveis às vítimas.
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De acordo com dois agentes no local, que falaram sob anonimato por não terem autorização para falar com os meios de comunicação, é possível que se trate de um ataque, visto que uma pessoa, o presumível atacante, chegou a ser parada no portão da mesquita antes de detonar uma bomba, refere a Reuters. Oficialmente, ainda não se conhece a causa da explosão.
Os bombardeamentos não são comuns na capital do Paquistão, altamente militarizada. A explosão ainda não foi reivindicada como atentado, mas acontecimentos semelhantes foram responsabilidade de grupos extremistas como os talibãs do Paquistão ou o Estado Islâmico, que costumam atacar muçulmanos xiitas — minoria religiosa no país de 241 milhões de habitantes — e forças de segurança.
O ministro do Interior paquistanês, Mohsin Naqvi, condenou o que chamou um ataque e pediu às autoridades para garantirem os melhores cuidados possíveis às vítimas.
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