Portugal já apresentou cinco candidaturas a este instrumento financeiro que apoia a recuperação de intempéries e desastres naturais.
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O prazo para Portugal mobilizar o Fundo de Solidariedade da União Europeia termina no dia 22 de Abril: até lá, o Governo tem de aferir o montante dos prejuízos directos provocados pela passagem da tempestade Kristin, e determinar se cumprem os limiares definidos por Bruxelas para ser designada como uma “catástrofe de grandes proporções”, ou uma “catástrofe de dimensão regional”. É dessa classificação que depende o valor da ajuda que o país pode esperar receber de Bruxelas ao abrigo deste instrumento financeiro que apoia a recuperação de regiões atingidas por intempéries e desastres naturais – ao qual Portugal já recorreu cinco vezes nos últimos vinte anos.
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